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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

HP cria museu virtual de computadores antigos

Falando nos velhos tempos, a HP lançou o Virtual Tech Museum, página que pretende reunir fotos de aparelhos eletrônicos antigos com a ajuda dos internautas.

Os navegantes poderão contribuir para o projeto enviando fotos de suas próprias antiguidades tecnológicas, junto dos dados técnicos que conseguirem coletar. Para acelerar as colaborações feitas ao museu, a empresa lançou um concurso que premiará o aparelho mais antigo com um computador sensível ao toque TouchSmart IQ 500.

E você, leitor do Gigablog? Qual é o aparelho eletrônico mais antigo que você tem em sua casa? Responda nos comentários!

Acesse : http://www.phlook.com/contests/hp/photos.aspx

Brasil já iniciou seletiva para definir o mais rápido digitador de SMS

Já começou a fase nacional do LG Mobile World Cup, que vai premiar o digitador de SMS mais rápido do mundo.

O campeão do Brasil vai receber 10 mil reais e ainda representa o país na final do Mundial, que acontece em novembro, nos Estados Unidos, e vai dar 100 mil dólares ao vencedor.

Para disputar, basta entrar no site nacional do campeonato, clicar em “Go Challenge” e seguir as instruções na tela. Você pode participar quantas vezes quiser.

A primeira fase da seletiva nacional vai até o dia 6 de setembro. Os melhores colocados disputarão semifinais em Salvador, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

Serão 80 finalistas que vão brigar por uma vaga na final. Todos receberão um celular da LG, modelo GT360, o LG Messenger. O segundo colocado fica com 5 mil e o terceiro com 3 mil reais.

Projeto mapeia comunidades de baixa renda

Um projeto pretende mapear locais de interesse público para comunidades de baixa renda, como hospitais, escolas, comércios, ONGs, praças, quadras e atividades culturais.

Criado pela ex-primeira dama, Ruth Cardoso, o Wikimapa é uma iniciativa do Programa Rede Jovem, da ONG Comunitas, e tem como base uma ferramenta colaborativa em cima da plataforma do Google Maps.

Por enquanto, foram mapeados alguns locais do Brasil e cinco comunidades do Rio de Janeiro: Complexo do Alemão, Cidade de Deus, Morro do Pavão-pavãozinho, Morro Santa Marta e o Complexo da Maré.

A iniciativa conta com um representante em cada área, denominado de wiki-repórter que, por meio de um celular com o aplicativo Wikimapa, GPS e câmera, faz o mapeamento local. Os relatos podem ser acompanhados pelo blog.

Além disso, o projeto já atinge outras mídias, como o próprio celular, já que um aplicativo vai estar disponível para smartphones. O Wikimapa também tem um perfil no Twitter, no qual novos mapeamentos são avisados aos seguidores.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Google lança concurso oficial de fotos no Orkut

O Google lançou hoje seu primeiro concurso oficial de fotos no Orkut, chamado "Maravilhas do Orkut", para incentivar a troca de imagens dentro da rede social.

Para participar, basta entrar no site www.maravilhasdoorkut.com.br e instalar o aplicativo de mesmo nome no seu perfil do Orkut. Cada usuário pode mandar até 25 imagens em cinco categorias.

São elas: "O seu cabelo é assim ou é disfarce?", para fotos de penteados divertidos; "Rachando o Bico", para sorrisos ou risadas engraçados; "Puro Estilo", com estilo mais bizarro; "Férias refrescantes", com foto de férias 'micadas' e "Festa furada: tá na web, tá valendo", que pretende mostrar a pior festa possível.

Os prêmios variam de acordo com cada categoria e incluem um full makeover em salão de beleza com direito a sessão de fotos, ingressos para show de comédia, desfile de moda com passe VIP, viagem para a Turquia e camarote em um clube de São Paulo.

O aplicativo Maravilhas do Orkut foi criado pela equipe do Google e permite enviar e votar e nas melhores fotos. Para concorrer, o prazo para mandar imagens vai até 25 de setembro.

Zumo Notícias

Sony pode adotar formato aberto para livros eletrônicos

Livros em papel talvez sejam produtos de baixa tecnologia, mas ninguém está autorizado a dizer ao leitor como e onde se pode lê-los. Para muita gente, o problema dos leitores eletrônicos é que eles apresentam muitas restrições desse tipo.


Livros digitais adquiridos hoje da Amazon.com, por exemplo, só funcionam com o leitor Kindle, da Amazon, ou com o software que a empresa criou para o iPhone.

Algumas restrições quanto ao uso de livros eletrônicos devem permanecer. Mas existem editoras e fabricantes de bens eletrônicos de consumo cujo objetivo é oferecer aos compradores de livros eletrônicos mais flexibilidade, por meio de um padrão comum de tecnologia para eles. Isso também ajudaria a combater a Amazon.com, que detém a liderança desse mercado incipiente.

Na quinta-feira, a Sony, fabricante de leitores eletrônicos vendidos com a marca Reader, planeja anunciar que até o final do ano estará vendendo apenas livros eletrônicos no formato ePub, um padrão aberto criado por um grupo que inclui editoras como a Random House e a HarperCollins.

A Sony também removerá o software de bloqueio de cópias que desenvolveu e o substituirá por um produto da Adobe que restringe o número de vezes que um livro eletrônico pode ser copiado ou emprestado.

Depois da mudança, os livros comprados na loja online da Sony poderão ser lidos não só em seus equipamentos mas na crescente constelação de outros leitores adaptados ao ePub, entre os quais o eReader, da Plastic Logic ¿ um aparelho fino que está em desenvolvimento há quase uma década e deve entrar no mercado no ano que vem.

"Haverá uma proliferação de diferentes leitores eletrônicos, com recursos, capacidades e preços diferentes, para atender a requisitos diferentes dos leitores", disse Steve Haber, presidente da divisão de leitores eletrônicos da Sony. "Caso as pessoas forem a um shopping center de livros eletrônicos, elas desejarão poder comprar em todas as lojas, e não apenas em uma".

A decisão da Sony surge em meio à crescente preocupação com o poder de mercado cada vez maior que a Amazon.com exerce na categoria dos livros eletrônicos. As vendas do segmento atingiram o recorde de US$ 14 milhões nos Estados Unidos em junho, 136,2% acima do total do mês em 2008, de acordo com a Associação Americana de Editoras.

A Amazon.com não revela sua receita com livros eletrônicos, mas analistas afirmam que ela provavelmente responde pela maioria dessas vendas.

A Amazon.com demonstrou sem querer uma potencial consequência das restrições de uso de livros eletrônicos, no mês passado, ao descobrir que havia vendido cópias não autorizadas dos romances 1984 e Animal Farm, de George Orwell; a empresa por isso removeu as cópias desses títulos das bibliotecas Kindle de seus compradores.

Jeff Bezos, presidente-executivo da Amazon.com, posteriormente pediu desculpas pela decisão, mas não antes que ativistas empregassem o episódio como pretexto para protestar contra as limitações da leitura digital.

"As pessoas precisam lembrar que, ao comprar livros vendidos com sistemas de proteção a direitos digitais, não têm a mesma liberdade que existe em um livro normal", diz Holmes Wilson, diretor de campanha na Free Software Foundation, que conseguiu assinaturas de quase quatro mil escritores e especialistas em tecnologia para uma petição que afirma que o software de proteção contra cópias da Amazon representa "clara ameaça ao livre intercâmbio de opiniões".

O exemplo da Apple
Empresas como a Sony e a Adobe não querem abandonar as restrições a cópias por medo de que isso permita pirataria de livros. O objetivo delas é promover padrões comuns para o setor, a fim de evitar a repetição do acontecido no setor de música digital, dominado pela Apple.

No começo da década, a Apple vendia em sua loja de música digital iTunes música protegida por seu software FairPlay, e que só podia ser executada nos aparelhos iPod.

O resultado foi que ela "trancou" o mercado. A Apple ganhou poder de mercado e influência extraordinários e se tornou capaz de ditar normas às grandes gravadoras sobre assuntos como o preço das faixas de música digital. Então, como agora, as empresas menores se uniram para promover mais flexibilidade e liberdade de escolha por meio de padrões abertos.

"Se os termos e condições de negócios forem ditados às editoras por uma empresa de comércio de livros que detém o controle sobre a cadeia de valor, as editoras terão dificuldades para manter a lucratividade", diz Bill McCoy, gerente geral da divisão de editoração digital da Adobe.

Para a Sony, que lançou o Reader mais de um ano antes do Kindle, a adoção de formatos abertos é parte de uma estratégia para recuperar o terreno perdido. Ela lançou duas versões novas e mais baratas do aparelho recentemente, e anunciou que o preço de livros em lançamento e best sellers cairia a US$ 9,99. Mais tarde este ano, a empresa lançará um terceiro Reader que, como o Kindle, permitirá compra sem fio de livros.

A Amazon.com, de sua parte, acredita que será capaz de agir sozinha, sem adotar os padrões setoriais. Um porta-voz da empresa não quis comentar para este artigo, mas Bezos declarou anteriormente que seu objetivo era "oferecer livros do Kindle no maior número possível de aparelhos". Isso indica que haverá em breve versões do software Kindle para o BlackBerry, o Palm Pre e outros aparelhos.

Allen Weiner, analista do grupo de pesquisa tecnológica Gartner, lembra que uma empresa importante ainda não determinou se vai adotar formato aberto ou fechado para os livros eletrônicos: a Apple.

Se, como esperado, ela lançar em breve um computador com tela de toque que funcionará como leitor eletrônico, e se adotar formato aberto como o ePub, isso pode forçar a Amazon.com a reconsiderar sua posição, segundo Weiner. "Se Steve Jobs tiver a companhia de um executivo da Adobe ao anunciar o novo aparelho, a Amazon.com terá muito com que se preocupar", disse.

Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times

Mulher é demitida de empresa pelo Facebook

Uma mulher conhecida como Lindsay no Facebook foi demitida após atualizar a rede social com insultos ao chefe e à empresa.

Após colocar no Facebook que odeia o chefe e achar que a companhia a obriga a fazer muitas tarefas, seu chefe, conhecido como Brian, deu a seguinte resposta, segundo matéria do Daily Mail:

“Oi Lindsay, acho que você esqueceu que me adicionou aqui, não?” Em seguida, Brian afirmou que paga para ela fazer as tarefas e ainda lembrou que faltavam apenas duas semanas para a funcionária concluir um período de seis meses de testes.

Conclusão da história: Lindsay foi demitida e as conversas do Facebook se espalharam na internet pelo Digg, já que a funcionária bloqueou seu perfil.

E vocês? Já passaram por apuros por conta das redes sociais? Comentem.

Escrito por Bruno Roberti

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Ferramentas online transformarão a criação de conteúdo nas empresas

Os pacotes tradicionais de produtividade, como o Office, da Microsoft, terão de abrir espaço para ferramentas de colaboração online e redes sociais que oferecem funções únicas, afirma o vice-presidente e diretor de serviços da empresa de consultoria Burton Group, Craig Roth.

“Será que a geração [de conteúdo] em pacotes dos anos 90 está se tornando obsoleta para muitas das necessidades que temos hoje?" questionou Roth durante uma apresentação no evento anual do Burton Group em São Diego, no Estado norte-americano da Califórnia, na quinta-feira (30/7).

Roth afirma que o futuro será um meio termo entre o uso de ferramentas de Web 2.0, para novos processos de criação de conteúdo, e ferramentas tradicionais para funções específicas nas empresas.

Além de usar ferramentas como blogs e wikis, os novos processos de trabalho, segundo o especialista, envolvem a criação de conteúdos colaborativos em ferramentas online e de redes sociais. Na avaliação de Roth, os usuários terão de definir como lidar com documentos que são constantemente atualizados e como balancear a publicação imediata de informações e os conteúdos que devem ser submetidos a aprovação.

“A Web 2.0 e a geração Y (internautas com idade entre 18 e 29 anos) provocaram um impacto em como os documentos são escritos, o que está gerando muitas ideias novas” afirmou Roth.

Agora, o desafio é modificar a cultura das corporações, que consideram o uso de novas ferramentas arriscado para suas políticas de segurança.

Na avaliação de Roth, as empresas terão de mudar esta mentalidade e começar a perceber os benefícios das novas ferramentas de criação de conteúdo. “Organizações que acompanham a evolução das novas ferramentas de conteúdo estarão mais bem preparadas para gerar e disseminar informações que compõe o núcleo de seus negócios” conclui o especialista.

(Com informações da Network World/EUA)

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